Ah! ... poupa-me da tua
insanidade,
Mente doente, fraca e
mentirosa!
Afasta-te, palavra elogiosa,
Por veneno concebida
na maldade!
Tu és um espinho
disfarçado em rosa!
Queres manchar a minha
integridade,
A mim trazendo falsa
santidade,
Com tua lisonja e fala
pegajosa?
Quero-te longe do meu
pensamento!
Quero habitar o teu esquecimento!
Quero distância
das tuas caras todas!
Ah! ... poupa-me da tua
insanidade!
Vive tua escolha de infelicidade!
Em outros termos: vai-te
... e que te fodas!
