Enquanto
eu viver,
Nunca mais
saberás,
Que rumo
eu tomei,
Por onde
andarei,
Das minhas
alegrias
Ou do meu
sofrer.
Se estou amando,
Se tenho
outro amor ao meu lado,
Se estou
sozinha,
Sofrendo,
chorando, te esperando.
Nunca mais
lerás nos meus versos,
Este amor
maldito, confesso.
Minhas
saudades, meu sofrer,
Se continuo
a te querer.
A partir de
hoje,
Nem mais
saberás se estou viva,
Ou se morri
de saudades,
Se esse
maldito amor,
Consegui
sepultar ...
Não
mais deixarei alguém ver,
O estrago
que fizestes na minha vida,
Com tuas
inseguranças,
Humilhaste-me,
apunhalaste-me.
E nem te preocupastes com as feridas.
Negarei com
força tamanha,
Que ainda
tenho amor por ti,
Mesmo que
a alma,
Teime em
dizer,
Que continuo
a ...
Não!
Não
terás mais lugar nos meus versos,
Mesmo meu
peito explodindo,
De tanta
saudade, tanto desatino.
Nunca mais
saberás,
Se me perdi
por esse mundo,
Ou se me
achei na solidão,
Cada dia,
cada hora, cada segundo.
A minha maior
vingança,
É
não saberes onde estou,
Não
mais poder machucar-me,
Nem me
agredir, nem me amolar.
Criarei uma
nova identidade,
A cada
poema escrito,
Atormentarei-te
com meus versos,
Mas não
ouvirei mais os gritos teus !

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